The 300 Spartans
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:37:02
- Não é possível.
- Eu não tenho por costume mentir.

:37:07
- Pode ter-se enganado...
- Garanto-te, falei com ele.

:37:11
Ele ainda tem
a marca do meu chicote no rosto.

:37:21
Meu senhor, imploro pelos deuses imortais,
que me deixe pagar por esta desonra.

:37:26
Ponha-me na primeira linha de batalha
e deixe-me morrer por Esparta.

:37:31
Como um homem livre de nascença, não
és responsável pelas acções do teu pai.

:37:35
Mas não posso pedir aos meus soldados
que o admitam na sua formação,

:37:39
um homem cujo pai está ligado
ao nosso inimigo.

:37:42
- Mas...
- Esta é a minha palavra final.

:37:46
Entregue a sua capa de serviço
ao seu comandante.

:37:58
Está dispensado.
:38:22
Eu não o encontro em lado nenhum.
:38:24
Estou assustada.
Não sei o que devo fazer.

:38:27
Controla-te.
:38:29
Esparta dá às mulheres muita liberdade,
mas também exige que sejamos fortes.

:38:35
Como é que posso ser forte? Eu amo-o.
:38:39
Deves manter-te forte.
:38:41
Lembra-te da mãe que matou o próprio filho
quando ele regressou ferido nas costas.

:38:46
Porque é que me deveria lembrar? O Phylon
jamais voltaria as costas ao inimigo.

:38:50
- Se, ao menos, o deixassem lutar.
- Eu não sou um general.

:38:53
Eu não posso ordenar aos soldados
que o levem.

:38:56
Como podes falar assim? Tu conheces o
Phylon. A mãe dele era a tua melhor amiga.


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