:37:02
- Não é possível.
- Eu não tenho por costume mentir.
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- Pode ter-se enganado...
- Garanto-te, falei com ele.
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Ele ainda tem
a marca do meu chicote no rosto.
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Meu senhor, imploro pelos deuses imortais,
que me deixe pagar por esta desonra.
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Ponha-me na primeira linha de batalha
e deixe-me morrer por Esparta.
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Como um homem livre de nascença, não
és responsável pelas acções do teu pai.
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Mas não posso pedir aos meus soldados
que o admitam na sua formação,
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um homem cujo pai está ligado
ao nosso inimigo.
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- Mas...
- Esta é a minha palavra final.
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Entregue a sua capa de serviço
ao seu comandante.
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Está dispensado.
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Eu não o encontro em lado nenhum.
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Estou assustada.
Não sei o que devo fazer.
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Controla-te.
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Esparta dá às mulheres muita liberdade,
mas também exige que sejamos fortes.
:38:35
Como é que posso ser forte? Eu amo-o.
:38:39
Deves manter-te forte.
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Lembra-te da mãe que matou o próprio filho
quando ele regressou ferido nas costas.
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Porque é que me deveria lembrar? O Phylon
jamais voltaria as costas ao inimigo.
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- Se, ao menos, o deixassem lutar.
- Eu não sou um general.
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Eu não posso ordenar aos soldados
que o levem.
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Como podes falar assim? Tu conheces o
Phylon. A mãe dele era a tua melhor amiga.