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Amo-te muito.
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- Papá!
- Papá!
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Era uma vez duas lindas filhas
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Um homem que tinha
Duas lindas filhas
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Por mais que tentem
Não podem imaginar
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Quão doce e terno era este par
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O seu génio era raro
Não havia igual
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Poucos o compreendiam
Não tinham rival.
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Mamã!
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Olá, querida. Bem-vinda a casa.
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Yvonne!
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Pára! Continuo a amar-te!
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Comparados com elas
Os outros bem tolos são
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Governam o mundo
Com enorme erudicão
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Reverencio o poder
Deste encantador par
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Com o amor
Que poucos podem alcançar.
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Yvonne!
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Que bonito.
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É sem dúvida um milagre
Que devemos sentir
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Ao perceber que tais criaturas
Possam existir
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Olhos castanhos que odeiam
Os seus inimigos sem quartel