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nos crimes de l'amour
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Depressa, minha bebé,
Despi vossas vestes
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O meu ceptro aguarda
E cresce rijo
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Parai, imploro-vos
Piedade, peço-vos
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Não sois meu amante
Sois um monstruoso devasso
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Fazei o que vos ordeno
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- Ponde vossas pernas no ar
- Saí imediatamente.
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- Ainda agora começou.
- Obedecei.
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É verdade
Sou um porco
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E tendes trufas aí debaixo
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Meu Deus, que é isto?
Que sensação perversa
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Uma sensação algures
entre a vergonha e a exultação
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Oh, Deus!
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Usai vossa língua como uma vara
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Da mesma forma
Que a lrmã Saint-Fond
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Já de partida?
Claro, haveis visto isto antes.
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Bem suspeitei
Que a irmã era sáfica
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E digo-vos mais
Mas é demasiado gráfico
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Basta dizer
Que tem uma queda por moças
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Mesmo nas vésperas
Atira-se sempre
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Minha querida Eugenie
Saboroso acepipe
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Metei-vos de costas
Vamos tentar pelo dorso
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Ele quer possuir-me
De todas as formas
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Espoliarei todos os belos poros
Até vos cansardes e gritardes "Basta"