:24:01
É assim que um tigre sabe
como abater uma gazela.
:24:04
Há um código escrito
no DNA dele.
:24:06
- Ele diz, "Ataque a gazela. "
- Certo.
:24:08
E, acredite ou não, em todo
homem, há um código que diz:
:24:11
- "Ataque das gajas bêbadas. "
- Não.
:24:13
Sabe de uma coisa, não
me sinto confortável...
:24:18
...a atacar "cabras"
bêbadas, sabes.
:24:20
Não acho que isso seja certo.
:24:21
Certo, espere ai.
:24:23
Primeiro, tu estás a fazer
parecer uma coisa má.
:24:26
Eu não usei "cabras" no
sentido pejorativo.
:24:28
É que apenas...
Isso não parece certo.
:24:30
Claro que não parece certo. Tudo que
pareceu certo para ti não funcionou.
:24:33
Tu precisas tentar coisas
erradas, amigo.
:24:38
Certo, como eu sei quais
estão bêbadas?
:24:40
Agora sim!
Certo, preste atenção.
:24:42
Tas a ver aquela ruiva ali?
Onde?
:24:44
- Com a de mamas grandes e velhos.
- Não vou encarar uma mulher!
:24:47
Dude, não estou a dizer
para encarar uma mulher.
:24:50
Estou a dizer para usares olhar
periférico. Agora olha para mim.
:24:53
- Veja. Olhar. Estás a ver?
- Sim.
:24:55
Não estou a olhar pra ti.
:24:57
- Não. Eu estou a olhar para...
- Estás a olhar para ela?
:25:01
- O que tu querer que eu faça?
- Quero que use seu olhar periférico.
:25:05
Vês? Não estou
a olhar pra ti.
:25:08
Não. Vê, estou a olhar
para a ruiva com a das mamas grandes.
:25:13
Vês ela, na algazarra
bem ali, estás a ver?
:25:16
Sim.
Pois é.
:25:18
Tu podes, acha uma,
com olhar periférico.
:25:21
Estás a ver, além do poste.
:25:25
Parece uma...
:25:27
Parece uma figueira...
:25:28
Pode ser uma seringueira.
:25:30
Está certo, se tu estás
a dizer uma piada, não teve graça.
:25:33
Eu vejo uma loira
e ela é bem bonita.
:25:36
Menos mau.
Certo.
:25:38
Agora com seu olhar periférico...
:25:41
...tens que achar uma
gaja boa e bêbada.
:25:43
E ai tu fazes a tua jogada.
:25:45
- Certo? Óptimo.
- Certo.
:25:47
E lembra-te, é mais importante se ela
está bêbada do que boa.
:25:50
Primeira. Pegue-a. Periférico.
:25:52
O tempo todo.
:25:54
Só periférico.